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Festa da leitura

A semana que vem promete.  Festa da leitura no Mercado Público . Sou convidada Secretaria Municipal de Cultura para fazer dois eventos. quarta- feira, 16h : contação da Albertina, a vaca estradeira sábado, 9h : oficina par mediadores de leitura

SNIF! SNIF!

Recebi uma carta linda, com foto ee tudo, de uma turma da Escola São José, mas não consigo anexar. Vou tentar mais um pouquinho, mas realmente acho que o computador vai me vencer. Quem puder me ajudar, souber como fazer, por favor, me ensine. Aguardo ansiosa e com uma fiscada do sinal dos tempos no coração.

Albertina e o mundo

Olhem a Albertina ganhando o Mundo. Essa foi parar no Creare . Ela até ganhou um cavalinho comportado dessa vez.

Acesso ao livro

Uma leitora aflita e interessada me procurou para conseguir a incrível proeza de ter um livro meu nas mãos. Procurou em livrarias, tentou encomendar, tentou baixar, tentou conseguir. Qualquer coisa. Ela queria ler. Não porque precisava, não porque seria cobrada. Queria porque queria ler.Depois de algumas tentativas resolveu me procurar. E me achou . Resolvi facilitar o acesso dessa menina ao livro. Hoje vou me encontrar com ela. Isso, por um lado será ótimo. Poderei conversar um pouquinho, saber o que ela pensa, refletir em conjunto. Por outro é muito triste perceber a distância que estamos construíndo . E se um dia ela quiser ler um livro de alguém que não é daqui, que não tenha e-mail, que não possa conhecê-la? Como ela vai fazer? Desistir e fazer o que é mais fácil. Ligar a TV ou o video-game . Afinal, os jogos estão em toda parte. Fáceis de achar, encomendar, baixar. Enfim, hoje vou encontrar a Maria Eduarda. Ainda bem.

Texto do Breno

Batik Não, não era uma cor especial . Eram muitas cores. Uma profusão de tons e semitons que provocavam uma sensação de maravilhamento, rétia de um pôr-do-sol aqui, de um alvorecer acolá, um pingo de lua ou de sol flamejante ali. Ah, e uma bruma suave a tingir e destingir os olhos , que se dissolviam. O lusco-fusco das cores magnetizava o olhar, que se derretia por aquelas nuanças, um princípio de paixão que se revelava um baú de possibilidades. Fechou os olhos, imaginando. E na imaginação, não conseguia fugir do arco-íris fragmentado . Depois de ter bebido daquelas cores, nunca mais saberia o que era o preto e o branco-a ausência ou o somatório de todas as cores eram elas mesmas, multicoloridas. Ao entrar naquele espelho, enfim, reconhecera-se em suas emoções: sempre um ser multifacetado .

Texto da Cíntia

Que GreNal é esse? E chegou o GreNal!Times em campo, bola no centro. O juiz apita e o jogo é tenso.A torcida levanta e a bola de efeito enche a rede. Festa e alegria, o goooooooool chega em boa hora. A torcida colorada vibra. O jogo recomeça. O atacante sofre uma lesão e é retirado de maca. O time já não é mais o mesmo. O rival vem com tudo, aproveita a confusão.lançamento brilhante. De bicicleta. O goleaor tricolor chega lá e iguala o placar. A torcida comemora! DEpois disso, a expectativa. Tudo corre rápido no final. Muita marcação, pouco resultado. O juiz pede a bola. Jogo encerrado. 90 minutos. Craques nos vestiários. Luzes se apagam.Torcida em festa, Todos vão embora, Esperam o próximo jogo. Vermelhos de um lado. Azuis de outro. No centro do gramado a fada da luz amarela assiste tudo. Sorridente.