Conversar sobre Alice é sempre um grande prazer. Conversar com leitores interessados que tiveram versões originais nas mãos é um sonho. No colégio Cristo Redentor, em Canoas, pude ver isso. Na companhia de Ângela Rolla, pude discutir questões que me inquietam sobre o texto e sobre a versão cinematográfica que está na moda. A gurizada está entendendo que leitura é uma coisa e cinema é outra. E isso me deixou muito a vontade para falar em versões, leituras e diferentes imagens que ilustraram essa pesonagem ao longo desses séculos que Alice já venceu. Para conversar com o grupo tive a oportunidade de reler os textos e me descobri que a surpresa não tem fim. cada leitura é uma nova aventura. E assim foi. Cada palavra, cada detalhe lemos de forma diferente dependendo da nossa idade. Essa minha meia idade se parece com a adolescência. Também mudo de tamanho com frequência e não reconheço meu corpo. Também percorro túneis estranhos sem saber como vão terminar. Também participo de festas que...
Itinerante por definição e conversadora por natureza. Projeto Kombina e Chris Dias aqui formam uma só ideia.