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Mostrando postagens com o rótulo Picada Café

Festa, alegria e poesia

Foi lindo o lançamento do L ivro de Haikais escrito pelo grupo Os Leitores de Picada Café . Teve até declamação e uma emoção daquelas acompanhou o entardecer da última sexta-feira. A cidade toda enfeitada para esperar o Natal e nós ali no meio, cheios de poesia para espalhar por onde andamos. Leitores envolvidos e cheios de criatividade. Noite feliz de verdade. Agradeço a Nóia e a profe Sandra por terem me chamado para compor esse grupo e a Ana Carolina por ter feito um trabalho tão bacana. Estamos todos preparados para o ano que vem. E parece que até o Tiltapes vai chegar para a nimar a festa. Será?

Hai-kais da Picada

Os leitores de Picada Café aceitaram o desafio de estudar e criar hai-kais. Ontem subi a serra para conhecer os poemas e compartilhar experiências.  A surpresa foi total. Adorei o que li, o que ouvi e, principalmente,  adorei o que escreveram depois.  Provocados pelo livro  ONDA, poemas sensacionais surgiram. Estou louca para reuní-los e ajudar a fazer nascer o segundo livro do grupo. Vai ser demais! Aí está a imagem do livro de SuzyLee para ninguém esquecer.

Picada Café e seus recheios

O dia começou com uma cuca deliciosa que só Picada tem . Cheia de sabores e perfumes. Que delícia começar um dia com esses recheios abrindo os sentidos. Depois vieram os poemas. Vários e encantadores . Veio gente preparada me mostrar suas descobertas poéticas. Teve gente fresquinha querendo decsobrir tudo. O mais importante é que teve poesia da boa recheando a biblioteca de beleza. Foram encontros mágicos e inesquecíveis. Agora, quem puder, mande seus versos para publicar aqui. Aguardo ansiosa.

Valeu a Pena

Olha a gente trabalhando aí! Valeu a pena cada conversa, cadaideia, cada cansaço, cada calmaria. Foram meses de realizações e alegrias. De criatividade e muita imaginação. Cada vez que subi a serra para encontrar leitores em Picada Café sabia que voltaria renovada e assim foi. Falar com crianças, com profes, com a galera. Sempre muito mágico. Cada homenagem de arrepiar. Muito riso e muita lágrima. Inesquecíveis esses dias. Inesquecíveis esses olhares, esses palavras, esses registros. Obrigada pessoal por cada momento que compartilhamos. Foi um  ano pra lá de especial.

Onde nasce a lua?

Mais uma vez tive a oportunidade de comprovar onde nasce a lua. E olha que estava nublado e um temporal se anunciava. Ela, enorme e destemida, surgiu no mesmo e incrível lugar. E olha que estava na forma crescente naquela noite. A lua tem dessas coisas, quando menos se espera ela aparece e surpreende com suas cores sutis. E olha que a maioria das pessoas diz que a lua é branca. Mas quem vê de pertinho como eu vi sabe das inúmeras cores que compõem esse branco. Das sombras e luzes que só quem presta atenção consegue perceber. E olha que a lua não tem luz própria e é cheia de ilusões. Isso só sabe quem acha que olhar para a lua não é perder tempo. Sabe que olhar para o céu é perceber a imensidão e tudo o que ela implica. Sabe que vale a pena encontrar gente no final do dia pra ler poemas e outros textos. Compartilhar leituras, alegrias e emoções. Gente que sabe a beleza  de sentar perto de alguém que tem 50 anos de diferença de idade. Gente que sabe que a existência depende do outr...

Thilthapes sem H

Ontem também surgiu uma nova ideia sobre a lenda do Thilthapes em Picada Café. Conversei com as profes da educação infantil e nos divertimos muito falando do animalzinho lendário e (talvez) inventado que é o Thilthapes. Em meio a risadas e lembranças falamos sobre a importância de recuperar a memória na preservação da cultura e propusemos brincadeiras com as crianças em torno do thilthapes. A ideia é construirmos junto às famílias desenhos, maquetes, modelos gráficos sobre a imagem que temos do bicho. Enquanto isso eu espero a chegada do livro O aniversário do Thilthapes que terá o selo da Escrita Fina. E acho que vou pedir para que os Hs fiquem, está bem?

A Helena que virou Andréia

A pedra fundamental foi lançada. Começamos ontem, em Picada Café, uma empreitada literária inédita. Eu, a Nóia, a Sandra, a Michele, a Dâmaris, a Gaciele, a Amanda, o Kelvin, a Bárbara, a Andressa, a Vanessa, o Guilherme, o Carlos, o Leandro, a Paula e a Jaíne, vamos construir /escrever juntos uma novela juvenil que parte da história de Andréia, uma adolescente que passa o dia no computador. Se alguém se identificar com esse personagem pode acompanhar nosso texto por aqui. Ontem iniciamos e todos temos temas de casa. Eu devo escrever as ideias e "passar a limpo" o texto iniciado. Vocês devem pensar sobre os temas: morte, gravidez juvenil, virgindade, separação dos pais, amor proibido. Depois faremos nossos posts. Estou adorando. Tomara que vocês também estejam. Até dia 14.

Notícias I - Hino

Adoro os significados, ou melhor, adoro encontrar os motivos das coisas. Lendo o Hino de Picada Café e conhecendo um pouquinho as pessoas que escolheram viver lá, é possível traçar uma rede de significado entre eles. Olha só: Viemos de variados lugares no rumo de uma terra prometida, na busca de trabalho em novos ares com o lema de vencer na nova vida. Depois de enfrentarmos o perigo das ondas, outros mais foram surgindo, nas matas que nos deram para abrigo, nas trilhas que, com fé, fomos abrindo. Cruzando a mata virgem, sofrendo nas jornadas, sentimos disparar os corações. Com as armas dos arados, das pás e das enxadas fizemos florescer as plantações. (Bis) Na paz e com união vieram os povoados, que fazem a geografia atual de núcleos e recantos bem cuidados por gente que trabalha sem igual. Nas curvas e rincões do Rio Cadeia forjamos com amor e muita fé, ao brilho de um sol que incendeia, a linda história de Picada Café. Trabalho, cortesia, nobreza de i...

Compartilhando boas notícias

Agora é oficial e posso compartilhar minha alegria. Fui convidada para ser Patrona de Picada Café. Estou muito feliz com o luxo desse convite. Cidade leitora, com gente interessante por todos os lados. Se tudo correr bem o Tiltapes chega a tempo para se divertir com a gente. Boas notícias, pelo menos para mim.

Fim de semana e memória

A 116 é uma estrada cheia de contraditórios. Um trânsito intenso e nervoso até um pedaço e uma beleza serena e também intensa em outro. Adoro passar por essa estrada e experimentar essa contradição. Também gosto de subir essa serra para ver ali, despontando, a cidade de Picada Café . Gosto de saber que em algum cantinho da cidade existe uma pessoa que está indo ou já foi até a biblioteca mais charmosa do mundo para escolher um livro e, entre os pensamentos que a leitura provoca, dar uma olhadinha pela janela e respirar agradecido  pela beleza do planeta onde vivemos. Estou tão feliz que nem sei como dizer. Agora dei uma olhadinha pela minha janela e me lembrei das coisas que ligam as pessoas. A gente não toca porquê não dá, mas a gente sente. Não sou uma pessoa de muitos amigos. Mas de grandes. E isso me faz um grande bem . Obrigada Picada Café.

PICADA CAFÉ

É sempre um prazer estar em Picada Café conversando com leitores. Ontem pude reviver um desses momentos de total satisfação. O dia estava lindo, o verde convidava o olhar a descansar e as pessoas que vivem lá tem um carinho que aproxima a gente. O mais bacana, no entanto, foi perceber que ali existe um trabalho sério e continuado de formação de leitores. Conversei com crianças e adolescentes durante o dia e em todos os grupos havia leitores que já conheciam meus textos. Trouxeram livros para que fossem autografados e, para minha surpresa, os livros já estavam autogafados pelo André Neves, ilustrador de alguns e Ana Terra, ilustradora de outros. Foi sensacional ver o cuidado com que as crianças estão guardando e construindo sua bagagem literária. Voltei feliz da vida a proveitando a beleza da estrada.

Picada Café

"Trabalho, cortesia, nobreza de ideais, decência, disciplina, fé, ternura. Atávica alegria dos nossos acentrais são traços que compõe nossa cultura." Com esses versos, Marco Aurélio Vasconcelos encerra o Hino que compôs para o município de Picada Café. Não sei se ele tinha consciência ali, em 1994, dois anos depois da emancipação, o quão verdadeiras e próximas da realidade eram as suas palavras. Que população sensacional e boa de conviver. Nesse dia em que passei por lá e conheci crianças, adolescentes e adultos, vi o quanto a cultura passada faz parte do cotidiano e gente que guarda as lembranças como um tesouro é sempre gente que merece o respeito de todos. Além disso, gente que preserva o patrimônio e exalta a produção cultural, forma leitores, forma platéia e investe em pessoas que gostam do que é construtivo e belo, é digna de aplauso. Essa gente que conheci naquele dia é assim: sem alarde ou exibicionismo, vão construindo um mundo diferente onde cada um tem um papel esp...

Picada Café

Picada Café é um município lindo, com pessoas encantadoras e uma preocupação incrível com o futuro. Somente a primeira dessas características é possível ver de fora.Para entender as outras é preciso demorar o olhar, o coração e o pensamento um pouquinho. Ontem tive a oportunidade de fazer isso. Junto com Luis Paulo Faccioli , Lu Thomé e Airton Ortiz ,três amigos escritores, tive a chance de subir a serra(a mais linda estrada do Estado) e entrar na cidade. A recepção foi incrível. Sorrisos, abraços, agradinhos . Isso sem falar no café de bule, no fogão a lenha, na cuca de frutas, no chimarrão . Delicadezas por vezes esquecidas pelo cotidiano . Segunda característica apresentada. O convite da Nóia incluía três momentos: encontro com leitores que escolheram a biblioteca para passar o dia, encontro com alunos nas suas escolas e encontro com a comunidade para conversar sobre letras de músicas e homenagear o Sérgio Napp . Eis que aí a terceira característica se mostrou. Picada caf...

Picada Café

Essa semana vou para Picada Café participar do encontro Conversas na Mesa . É uma delícia de cidade e uma beleza de atividade, que recebeu o nome do Urbim. Além de conversar com o pessoal da escola vou ter a opotunidade de saber o que a comunidade pensa. O tema do encontro, além de literatura, será a letra da música. E parece até que a gente vai cantar. Vou subir a serra junto com a Lu Thome, Luis Paulo Faccioli, Aiton Ortiz e com a Nóia Kern, querida criadora e entusiasta do evento. A pena da vez é a ausência do homenagenado Sérgio Napp, mas canteremos ele e por ele. Até.